Triagem
Em 2 minutos você sabe se o caso cabe no Juizado e quais prazos estão correndo.
Recupera Pix · por Pardi e Morais
Para prejuízos de até R$ 10 mil, sem advogado e sem custas na primeira instância. A Pardi e Morais monta com você as cartas, as provas e a petição, e um advogado revisa tudo antes de você protocolar.
R$ 499 à vista no Pix ou em até 12x no cartão · sem percentual sobre o valor recuperado · revisão por advogado em até 48h úteis
As cartas ao banco e o pedido de MED são grátis. Você só paga se quiser a petição revisada por advogado.
Ficou com dúvida? Fale com a equipe no WhatsApp
Contestação, devolução e bloqueio dos valores.
✓ Pronta na horaJuizado Especial Cível, sem custas na 1ª instância.
✓ Pronta para protocolarÍndice e documentos numerados.
É para você?
Nesses casos, fale direto com a nossa equipe.
O relógio do MED
Informe a data da primeira transferência e veja quanto tempo resta para pedir a devolução ao banco.
O Mecanismo Especial de Devolução (MED) do Banco Central permite pedir a devolução do Pix por golpe em até 80 dias. Depois disso, sobra a discussão judicial, sem o atalho.
Agir agoraInforme a data ao lado para calcular o seu prazo.
O problema
Todo dia atendemos gente que ouviu do banco que "a operação foi feita com a sua senha". Muitas dessas pessoas têm direito de discutir isso na Justiça, mas param no meio do caminho: não sabem o que pedir, para quem, com quais provas e em que prazo. O Juizado Especial existe para isso.
Limite para entrar no Juizado sem advogadoLei 9.099/95, art. 9º
De custas na primeira instânciaLei 9.099/95, art. 54
Para pedir ao banco a devolução do Pix por golpeRegulamento do Pix · BCB
Para processar o banco por falha no serviçoCDC, art. 27
O custo de esperar
Passou do prazo, o pedido de devolução pelo mecanismo do Banco Central não é mais aceito. Sobra a discussão judicial, sem o atalho.
Aplicativos só são obrigados a guardar registros de acesso por seis meses (Marco Civil da Internet, art. 15). Conversas são apagadas, perfis desaparecem.
O golpista pulveriza o valor em várias contas. Bloqueio e notificação à instituição recebedora funcionam melhor quanto mais cedo chegam.
Como funciona
Você responde. A ferramenta transforma as respostas em documentos. Nós revisamos.
Em 2 minutos você sabe se o caso cabe no Juizado e quais prazos estão correndo.
Cartas ao banco e à instituição que recebeu o dinheiro, MED e roteiro do boletim.
Seus prints e comprovantes viram um PDF com índice e documentos numerados.
Escrita sob medida para o seu tipo de golpe, com a fundamentação que os tribunais aplicam.
Um advogado da Pardi e Morais confere réus, fatos, valores e pedidos em até 48 horas úteis.
Mapa do protocolo no Juizado da sua cidade, presencial ou pela internet.
Simulador com as perguntas mais comuns e calculadora para avaliar proposta de acordo.
O seu cenário
O que você recebe
Cada documento sai preenchido com os seus dados, as suas transações e o seu relato.
Contesta as transações, pede a devolução, o bloqueio dos valores e a preservação dos registros.
Pede o bloqueio do saldo e a preservação do cadastro da conta usada pelo golpista.
Histórico completo para colar na delegacia eletrônica do seu estado.
Textos prontos para os três canais, que viram prova de que você tentou resolver.
Partes, fatos, fundamentos, pedidos e valor da causa, escritos para o seu tipo de golpe.
Índice, documentos numerados e folhas marcadas, como o cartório recebe.
As perguntas do conciliador e a conta da proposta do banco frente ao seu prejuízo.
MED, SAC, Ouvidoria, audiência e prescrição calculados e enviados para o celular.
Os três caminhos
A petição
MARIA APARECIDA SOUZA, brasileira, aposentada, inscrita no CPF sob o nº ***.456.789-**, vem, sem assistência de advogado, como lhe faculta o art. 9º da Lei nº 9.099/1995, propor a presente AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MATERIAIS E MORAIS em face do banco em que mantém conta e da instituição que recebeu os valores.
O Superior Tribunal de Justiça consolidou que as instituições financeiras respondem objetivamente pelos danos gerados por fortuito interno relativo a fraudes praticadas por terceiros (Súmula 479).
As operações destoam por completo do perfil de movimentação da autora: o valor é muito superior ao habitual, as transferências ocorreram em sequência e o destinatário jamais havia recebido qualquer valor. Ainda assim, nenhuma delas foi bloqueada.
A instituição recebedora responde quando comprovada a quebra do dever de diligência na abertura e manutenção da conta, prova que está exclusivamente em seu poder.
A Súmula 479 do STJ trata a fraude como risco da atividade bancária, e não como culpa sua.
Valor, sequência, horário e destinatário novo: os critérios que o STJ usou em 2025 para reconhecer defeito no serviço.
A conta do golpista foi aberta em algum lugar. A petição inclui essa instituição quando ela existe no seu caso.
Prevenção a fraudes, bloqueio cautelar e identificação de clientes, com a data do seu caso considerada.
O que os tribunais têm decidido
O banco foi condenado a devolver um Pix de R$ 9,9 mil e a pagar R$ 5 mil de dano moral. Para o juízo, senha e biometria mostram que a operação passou pelo sistema, não que o banco analisou o risco da transação.
A financeira foi condenada a devolver o valor e a pagar dano moral porque não provou quem abriu a conta usada no golpe.
O tribunal reconheceu o dever do banco de identificar e barrar operações que fogem do padrão de uso do cliente.
Decisões públicas de outros processos, citadas como informação. Elas não garantem resultado: cada caso depende das provas e da análise do juiz.
Quem revisa
Uma boutique jurídica não se mede por tamanho, mas por profundidade. Os casos são conduzidos diretamente pelos sócios.

Direito digital, fraudes eletrônicas e recuperação de valores
Advogado especializado em Direito Digital, Bancário e Civil, com metodologia própria de inteligência contra fraudes: rastreamento do fluxo financeiro para responsabilização de bancos, plataformas digitais, redes sociais e exchanges. Coanfitrião do podcast Falando de Fraudes, professor no MBA da IEBS Business School (Barcelona) e voz recorrente na imprensa sobre golpes e segurança digital.
Direito · Universidade Anhembi Morumbi. Pós em Direito Digital e Compliance · IBMEC. Pós em Direito Digital e Proteção de Dados (GDPR/LGPD) · Escola Brasileira de Direito. Pós em Direito de Negócios Imobiliários · FGV. Pós em Gestão Estratégica de Negócios · Escola Conquer. Especialização em Speech Communication and Rhetoric · Escola Conquer.
InstitucionalMembro da ANPPD desde 2019. Secretário da Comissão de Direito Digital da OAB/SP Butantã (2019–2023).
Na mídiaJornal da Band, Balanço Geral (Record), CNN Brasil, Tha com Tudo (TH+ Record).

Direito bancário, recuperação de crédito e produção autoral em fraudes
Mais de 40 anos de atuação em direito bancário e litígios financeiros complexos. Une a experiência de décadas em instituições financeiras à frente mais atual das fraudes digitais, entendendo, dos dois lados, como o dinheiro se move. Criador e anfitrião do podcast Falando de Fraudes, com mais de 115 episódios publicados.
Pós-graduação em Contratos e Direito Bancário.
ExperiênciaMais de 40 anos em direito bancário.
Na mídiaQuadro fixo "Alerta de Fraudes" no programa Trocando em Miúdos. Colunista da Rádio 91,9 Teresina.
Quem já foi atendido
“Fui muito bem atendida pelo escritório. Procurei ajuda depois de passar por um golpe digital e desde o começo me deram todo o suporte e explicaram tudo de uma forma bem clara. Me senti muito mais tranquila tendo alguém para me orientar nesse momento.”
“Dr Danilo, ótimo profissional, explicando cada etapa do processo com clareza e transparência. Orientações muito efetivas.”
“Danilo é um excelente advogado, que se preocupa em alcançar o resultado desejado pelo cliente, buscando agir com celeridade e eficiência. Recomendo de olhos fechados!”
Antes de você decidir
Atendo vítima de golpe todos os dias. E a cena se repete.
A pessoa perdeu três, quatro, cinco mil reais. Ligou no banco, ouviu que "a operação foi feita com a sua senha" e foi embora achando que não tinha mais o que fazer.
Muitas vezes tinha. O banco tem o dever de barrar operação que foge do seu padrão. O banco que abriu a conta do golpista tem o dever de saber quem é o cliente dele. Isso está nas normas do Banco Central e nas decisões do STJ.
O problema é que, para esse valor, contratar um escritório para o processo inteiro nem sempre fecha a conta. Foi por isso que criamos o Recupera Pix: a mesma tese que eu uso nos processos do escritório, organizada para você levar ao Juizado. E com a gente revisando antes.
Não vou prometer resultado. Ninguém sério promete. O meu compromisso é que o seu caso chegue ao juiz bem contado, com a prova em ordem e o pedido certo.

Privacidade
O caderno de provas é montado no seu próprio aparelho. Para a revisão, recebemos apenas os dados do caso que você preencheu, tratados conforme a LGPD.
Dúvidas
Não, para causas de até 20 salários mínimos. A Lei 9.099/95 permite que você entre sozinho na primeira instância. Se a sentença for contra você e quiser recorrer, o recurso exige advogado, e a ferramenta avisa o prazo.
Não. Nenhum advogado pode garantir resultado, e desconfie de quem garante. O que fazemos é organizar o seu caso com a mesma técnica que usamos no escritório e revisar a petição antes de você protocolar.
A triagem leva cerca de 2 minutos e as cartas das primeiras 72 horas ficam prontas na hora. Depois que você envia o caso, a revisão sai em até 48 horas úteis. O tempo do processo depende do Juizado da sua cidade.
Sim. A ação é proposta no Juizado Especial Cível da sua cidade. A ferramenta mostra como protocolar, presencialmente ou pela internet, conforme o tribunal do seu estado.
Você decide. A calculadora mostra quanto a proposta cobre do seu prejuízo e o que precisa constar no termo, como prazo de pagamento e multa por atraso.
Os arquivos de prova ficam no seu aparelho. Os dados que você preenche são usados apenas para revisar e acompanhar o seu caso, conforme a LGPD.
R$ 499, à vista no Pix ou em até 12x no cartão. As cartas urgentes ao banco, o pedido de MED e as reclamações você gera de graça; o valor é para a parte que leva o caso ao Juizado. Inclui as oito peças, a revisão por advogado em até 48 horas úteis e o acompanhamento dos prazos. Não há mensalidade nem percentual sobre o valor que você recuperar. O pagamento é feito no checkout da InfinitePay, em nome de Pardi e Morais, conta $pardi-morais (OAB/SP 384.895). Se quiser confirmar antes de pagar, chame a equipe no WhatsApp oficial (11) 99776-8645.
Pode. Você contrata em um minuto, com nome, WhatsApp e e-mail, e recebe o link pessoal do seu caso. Preenche no seu tempo, de qualquer aparelho, e envia para revisão quando terminar. O prazo de até 48 horas úteis começa no envio.
Pode ser o melhor caminho para casos complexos ou a partir de R$ 10 mil, e a Pardi e Morais também atua assim. Para prejuízos menores, o custo de um processo conduzido do começo ao fim muitas vezes passa do que está em jogo. O Recupera Pix existe para esse espaço.
No recurso, a lei exige advogado. A ferramenta avisa o prazo e você pode chamar a Pardi e Morais para assumir a partir daí, ou outro advogado da sua confiança.
A triagem avisa logo no começo, antes de qualquer decisão sua, e você pode falar com a equipe da Pardi e Morais pelo WhatsApp.

Recupera Pix
A mesma banca de mais de mil casos de golpe revisa o seu.
R$ 499 à vista no Pix ou em até 12x no cartão. As cartas urgentes são grátis. Dúvidas antes de contratar? Fale com a equipe no WhatsApp.