Triagem aberta hojeAtendimento em todo o Brasil

Caiu em golpe? Existe quem responda pelo seu dinheiro.

Você não caiu num golpe. Você foi alvo de uma estrutura.

O golpista some. Mas o dinheiro passou por bancos, exchanges e plataformas de pagamento reais, que têm dever de segurança, regulador e patrimônio. É por esse caminho que a banca trabalha para recuperar o que foi levado.

SigilosoSem julgamentoResposta de um sócio
Prejuízo abaixo de R$ 10 mil? NovoConheça o Recupera Pix →
Assista · 1 minutoComo a banca analisa um caso de fraude
Casos de golpe+1.000
Direito bancário40+ anos
+1.000casos de golpe
conduzidos
40+anos de direito
bancário
2sócios que assinam
e conduzem
Os sócios são fonte da imprensa emRecordBandCNN BrasilRedeTVTV Cultura
Se alguma dessas frases é sua

Você não é o primeiro a sentar naquela cadeira e dizer isso.

Engenheiro, médico, empresário, gente do próprio mercado financeiro. É esse o perfil que chega aqui, provavelmente não é o que você está achando de si mesmo agora.

01

“O primeiro saque caiu.”

Por isso você confiou no segundo. Não é ingenuidade, é o desenho da operação. O saque inicial existe para te convencer.

02

“Ele sabia minhas últimas transações.”

Sabia mesmo. Essa informação saiu de algum lugar, e costuma ser o começo do fio, não uma coincidência.

03

“Era só pagar a taxa de liberação.”

Não existe taxa de liberação, imposto de saque nem multa de resgate. É a segunda camada do mesmo golpe.

04

“Perdi o acesso e ninguém me explica.”

Se a conta sustenta o seu trabalho, cada dia parado é prejuízo mensurável, e isso tem endereço jurídico.

05

“Estão aplicando golpes com o meu nome.”

Aqui existem duas vítimas: quem pagou e quem foi imitado. As duas têm o que dizer.

06

“Tenho vergonha de contar em casa.”

É o que mais ouvimos e o que mais atrasa caso. A vergonha é do golpista. O prazo é seu.

Deslize
A tese da banca

A primeira pergunta que a vítima faz é a única que não leva a lugar nenhum.

A pergunta natural

Quem foi?

Leva a um perfil deletado, um chip descartado e uma conta laranja vazia. É onde a maioria dos casos morre.

A pergunta que muda o caso

Como isso passou?

Leva a instituições reais, que operam no Brasil, têm dever de segurança e de conhecer o cliente, e respondem a regulador. É onde o caso começa.

VocêPix · TED · cripto Golpistasome em horas Conta de passagembanco que abriu Exchange · gatewayquem liquidou Quem respondedever de segurança · regulador
Como atuamos · 6 frentes

Cada golpe tem um caminho. Nós conhecemos todos.

Assista como conduzimos cada tipo de caso e fale com quem já fez esse caminho centenas de vezes.

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Investimento · Cripto

Falsas plataformas e criptoativos

Exchanges falsas, USDT, mineração de liquidez, grupos de investimento. Reconstruímos o caminho do dinheiro até quem operou a liquidação.

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Bancário · Pix

Golpe do falso funcionário e Pix

Engenharia social bancária e responsabilização da instituição. Onde havia dever de segurança, há quem responde pela falha.

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Tarefas · Marketplace

Golpe das tarefas e falsa central

Falsos trabalhos remunerados e atendimentos clonados de marketplaces. Mapeamos as contas de passagem e a plataforma de pagamento.

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Fraude afetiva

Golpe do amor

Fraudes afetivas com cadeia financeira sofisticada, frequentemente internacional. Tratamos como operação financeira, porque é.

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Contas digitais

Recuperação de contas e ativos digitais

Contas, canais e ativos online de criadores, influenciadores e agências. Cada dia fora do ar é prejuízo mensurável, e recuperável.

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Reputação · Remoção

Remoção e difamação digital

Reparação, remoção de conteúdo e identificação de autores anônimos. Perfis falsos e marcas clonadas incluídos.

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Deslize · 6 frentes
Se aconteceu agora
48hque pesam
no caso inteiro

O tempo é elemento técnico, não retórica. Bloqueios e pedidos de devolução têm janela curta, e o que se faz nas primeiras horas define o que ainda dá para pedir depois.

AssistaO que fazer logo depois do golpe
✕

Não apague a conversa.

Nem por vergonha, nem para “esquecer”. Ela é a principal prova do caminho do dinheiro.

✕

Não confronte o golpista.

Ele apaga perfis, move o dinheiro e some mais rápido quando percebe que foi descoberto.

✕

Não pague mais nada.

Taxa, imposto, “liberação”, “recuperador” que pede adiantado: é a segunda camada do mesmo golpe.

  1. 01Registre tudo antes que suma: conversas inteiras, comprovantes com horário, o site, o perfil, os números.
  2. 02Comunique o banco por canal formal e guarde o número de protocolo.
  3. 03Registre boletim de ocorrência.
  4. 04Procure orientação técnica antes da próxima decisão, não depois dela.
Como funciona

Da primeira mensagem à estratégia do caso.

Tudo online, em qualquer cidade do Brasil. Sem custo e sem cadastro antes de qualquer contrato.

01

Você conta o que houve

Pelo WhatsApp, no seu tempo, com o que tiver em mãos. Conversa sigilosa, sem julgamento.

02

Um sócio analisa

Seguimos o caminho do dinheiro e identificamos quais instituições tinham dever de barrar a operação.

03

Você recebe a resposta

Se há caso, apresentamos a estratégia e os próximos passos. Se não há, dizemos também, e essa resposta não custa nada.

A banca

Fraude digital vive em dois mundos. Nós somos os dois.

Um é novo: exchange, blockchain, engenharia social, plataforma que existe hoje e some amanhã. O outro é antigo, e é onde o dinheiro sempre acaba: o sistema bancário. Banca que só entende de tecnologia perde o único elo da cadeia que tem patrimônio, endereço e regulador.

Dr. Danilo Pardi
Sócio fundador · o mundo novo

Dr. Danilo Pardi

Direito digital, dados e recuperação de valores

Especialista em plataformas digitais e criptoativos. Professor no MBA do IEBS Business School (Barcelona) e Secretário da Comissão de Direito Digital da OAB/SP, Subsecção Butantã. Fonte frequente da imprensa nacional sobre golpes digitais.

OAB/SP 384.895 · Membro ANPPD
Dr. Afonso Morais
Sócio fundador · o mundo antigo

Dr. Afonso Morais

Direito bancário e litígios financeiros

Mais de 40 anos em direito bancário e litígios financeiros complexos. Criador e anfitrião do podcast Falando de Fraudes e do quadro “Alerta de Fraudes” no programa Trocando em Miúdos.

OAB/SP 77.133 · +40 anos de atuação

Não somos um escritório grande. É escolha. Quem assina o caso é quem conduz o caso. E ninguém aqui vai perguntar como você caiu.

Falar direto com um sócio →
Dúvidas

O que todo mundo pergunta antes de mandar a primeira mensagem.

A primeira conversa tem custo?

Não. A triagem é sigilosa, feita por um dos sócios, e acontece antes de qualquer contrato. Se não houver caso, dizemos com clareza, e essa resposta também não custa nada.

Moro em outra cidade. Vocês me atendem?

Sim. Todo o atendimento é online e atuamos em todo o Brasil. Reuniões por vídeo, documentos por WhatsApp ou e-mail, assinatura digital.

O meu caso fica em sigilo?

Sim. Ninguém além da banca toma conhecimento do que você contar. Muitos clientes chegam sem ter contado nem para a família, e está tudo bem.

O banco já negou a devolução. Ainda dá?

A negativa administrativa do banco não encerra a discussão. Ela é, muitas vezes, o começo da prova de que a instituição não cumpriu o próprio dever de segurança.

Faz tempo que aconteceu. Vale a pena falar?

Vale. Quanto antes, mais caminhos existem, mas muitos casos são construídos meses depois do golpe. Só a análise do caso concreto responde.

Meu prejuízo foi menor que R$ 10 mil.

Para esses casos criamos o Recupera Pix: você monta com a gente o pedido ao banco e a ação no Juizado Especial, com revisão de advogado da banca.

O que eu preciso ter em mãos?

Comprovantes das transferências, as conversas com o golpista, o site ou perfil usado e o boletim de ocorrência, se já tiver feito. Não tem tudo? Traga o que tem. Organizar o resto é parte do nosso trabalho.

Análise confidencial

O tempo é elemento técnico. Não é retórica.

A triagem é sigilosa, feita por um dos sócios. Se houver caso, você sai da conversa sabendo o caminho. Se não houver, também dizemos, e essa resposta não custa nada.

WhatsApp (11) 99776-8645E-mail contato@pardimorais.com.brAlameda Madeira, 328, Conj. 1012/1013, Alphaville, Barueri/SP

O que separar para a conversa

  • Comprovantes das transferências, com data e horário
  • Conversas e contatos usados pelo golpista
  • Plataformas, sites ou perfis envolvidos
  • Boletim de ocorrência, se já tiver

Não tem tudo isso? Traga o que tem. Atendemos casos a partir de R$ 10 mil em prejuízo. Para valores menores, conheça o Recupera Pix.

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