PARDI E MORAIS
Inteligência contra fraudes
Análise confidencial de casos de fraude

Você não caiu num golpe. Você foi alvo de uma estrutura.

É natural querer saber quem foi. Mas o golpista é o último elo da cadeia. A pergunta que muda o caso é outra: como o seu dinheiro passou — é por aí que se chega às instituições reais, que têm patrimônio, endereço e regulador.

Sigiloso · sem julgamento · casos a partir de R$ 20 mil em prejuízo.
Danilo Pardi · a tese da banca em 90s
A pergunta não é quem foi. É como o seu dinheiro passou.
Se alguma dessas frases é sua

Você não é o primeiro a sentar naquela cadeira e dizer isso.

Engenheiro, médico, empresário, gente do próprio mercado financeiro. É esse o perfil que chega aqui — provavelmente não é o que você está achando de si mesmo agora.

01

“O primeiro saque caiu.”

Por isso você confiou no segundo. Não é ingenuidade — é o desenho da operação. O saque inicial existe para te convencer.

02

“Ele sabia minhas últimas transações.”

Sabia mesmo. Essa informação saiu de algum lugar — costuma ser o começo do fio, não uma coincidência.

03

“Era só pagar a taxa de liberação.”

Não existe taxa de liberação, imposto de saque nem multa de resgate. É a segunda camada do mesmo golpe.

04

“Perdi o acesso e ninguém me explica.”

Se a conta sustenta o seu trabalho, cada dia parado é prejuízo mensurável — e isso tem endereço jurídico.

05

“Estão aplicando golpes com o meu nome.”

Aqui existem duas vítimas: quem pagou e quem foi imitado. As duas têm o que dizer.

06

“Tenho vergonha de contar em casa.”

É o que mais ouvimos e o que mais atrasa caso. A vergonha é do golpista. O prazo é seu.

A tese da banca

A primeira pergunta que a vítima faz é a única que não leva a lugar nenhum.

A pergunta natural

Quem foi?

Leva a um perfil deletado, um chip descartado e uma conta laranja vazia. É onde a maioria dos casos morre.

A pergunta que muda o caso

Como isso passou?

Leva a instituições reais, que operam no Brasil, têm dever de compliance e respondem a regulador. É onde o caso começa.

Como atuamos

Conheça alguns casos e entenda como conduzimos cada frente.

Nove frentes, uma lógica só: encontrar o elo da cadeia que falhou no dever que já tinha — e levá-lo a responder. Em cada uma, o mesmo rigor técnico.

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Falsas plataformas e criptoativos

Exchanges falsas, USDT, mineração de liquidez, grupos de investimento. Reconstruímos o caminho do dinheiro até quem operou a liquidação.

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Fraudes afetivas com cadeia financeira sofisticada, frequentemente internacional. Tratamos como operação financeira — porque é.

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Reparação, remoção de conteúdo e identificação de autores anônimos. Perfis falsos e marcas clonadas incluídos.

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Sem custo · sem cadastro · antes de qualquer contrato

As primeiras 48 horas valem mais que os seis meses seguintes.

Isto não é isca. É o que orientamos qualquer pessoa a fazer, cliente ou não — porque prova digital some e estrutura de golpe se desmonta em dias. Se você fizer só isto e nunca nos ligar, já terá feito a parte mais importante.

Não apague a conversa.

Ela é constrangedora e é a sua principal prova. Apagar por vergonha é o erro mais caro que a vítima comete.

Não confronte o golpista.

Ao se ver descoberto, ele apaga o rastro, some com o perfil e derruba a plataforma. Você perde o mapa.

Não pague mais nada.

Nenhum valor adicional vai liberar o que já foi. Toda cobrança nova é a continuação do mesmo golpe.

O que fazer
01

Registre tudo antes que suma: conversas inteiras, comprovantes com horário, o site, o perfil, os números.

02

Comunique o banco por canal formal e guarde o número de protocolo.

03

Registre boletim de ocorrência.

04

Procure orientação técnica antes da próxima decisão — não depois dela.

Danilo Pardi · 65s · o passo a passo em vídeo
A banca

Fraude digital vive em dois mundos. Nós somos os dois.

Um é novo: exchange, blockchain, engenharia social, plataforma que existe hoje e some amanhã. O outro é antigo, e é onde o dinheiro sempre acaba: o sistema bancário. Banca que só entende de tecnologia perde o único elo da cadeia que tem patrimônio, endereço e regulador.

Danilo Pardi e Afonso Morais · 75s
Sócio fundador

Dr. Danilo Pardi

Direito digital, dados e recuperação de valores

Especialista em plataformas digitais e criptoativos. Professor no MBA do IEBS Business School (Barcelona) e Secretário da Comissão de Direito Digital da OAB/SP — Subsecção Butantã.

OAB/SP 384.895 · MEMBRO ANPPD
Sócio fundador

Dr. Afonso Morais

Direito bancário e litígios financeiros

Mais de 40 anos em direito bancário e litígios financeiros complexos. Criador e anfitrião do podcast Falando de Fraudes e do quadro “Alerta de Fraudes” no programa Trocando em Miúdos.

+40 ANOS DE ATUAÇÃO · FALANDO DE FRAUDES

Não somos um escritório grande. É escolha. Quem assina o caso é quem conduz o caso — e a conversa começa sem julgamento. Ninguém aqui vai perguntar como você caiu.

Reconhecimento público

Quem fala sobre fraude no Brasil, fala com a gente.

+150

Episódios do podcast Falando de Fraudes, criado e apresentado pelo Dr. Afonso Morais.

40

Anos de atuação em direito bancário e litígios financeiros complexos.

OAB/SP

Secretaria da Comissão de Direito Digital — Subsecção Butantã. Membro da ANPPD.

R7 · JORNAL DA RECORD

Golpe do falso leilão de veículos — Dr. Danilo Pardi.

JORNAL A TARDE · BA

Regulação de redes sociais e proteção de menores — Dr. Afonso Morais.

RF NEWS

Responsabilização das plataformas em fraude a investidores.

TROCANDO EM MIÚDOS

Quadro fixo “Alerta de Fraudes”, com Dr. Afonso Morais.

Ficou com alguma dúvida?

O tempo é elemento técnico. Não é retórica.

Quanto antes o caso é estruturado, maior a capacidade de reação jurídica — porque prova some e estrutura se desmonta. A triagem é sigilosa, feita por um dos sócios, e serve para dizer se há caso. Se não houver, também dizemos — e essa resposta não custa nada.

contato@pardimorais.com.br
(11) 99776-8645 · Alameda Madeira, 328 — Conj. 1012/1013
Alphaville · Barueri/SP

Atendemos casos a partir de R$ 20 mil em prejuízo

Para a análise inicial, reúna

Comprovantes de transferências e operações

Conversas e contatos dos envolvidos

Plataformas ou sites utilizados

Boletim de ocorrência, se houver

Não tem tudo isso? Traga o que tem. Reunir a prova também é parte do trabalho — só não apague nada antes de conversar.

PARDI E MORAIS
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