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Cada frente exige conhecimento técnico próprio — sobre plataformas, sistemas financeiros, provas digitais e a responsabilidade civil dos intermediários. Atuamos onde a fraude realmente acontece e onde ela pode ser responsabilizada.
Plataformas que simulam corretoras legítimas, grupos de “sinais”, falsas mineradoras de liquidez e esquemas de rendimento em USDT são hoje a forma mais sofisticada de fraude financeira no ambiente digital.
A vítima vê saldo crescer, recebe atendimento, às vezes saca pequenos valores — até que o resgate é bloqueado. Por trás, há contas de passagem, processadoras de pagamento e corretoras reais por onde o dinheiro circula.
O falso atendente do banco, a falsa central de segurança, o falso aplicativo. A engenharia social explora o sistema bancário em tempo real — e a instituição financeira tem dever técnico de segurança sobre suas operações.
A jurisprudência reconhece a responsabilidade do banco por falhas no dever de proteção. Construímos o caso sobre esse fundamento, com prova da dinâmica da fraude.
Para criadores de conteúdo, influenciadores e empresas digitais, a conta é o ativo. Invasões, sequestro de perfis e bloqueios indevidos interrompem operação, receita e relação com o público.
Atuamos para recuperar o acesso, responsabilizar os autores e proteger o patrimônio digital — judicial e extrajudicialmente, junto às plataformas.
O golpe do amor não é um erro pessoal — é uma fraude técnica, com roteiro, estrutura financeira e, com frequência, operação internacional. A relação afetiva é o instrumento; a transferência de valores é o objetivo.
Tratamos o caso pelo que ele é: uma operação financeira fraudulenta, com cadeia de contas, intermediários e pontos de responsabilização — sem julgamento da vítima.
Criminosos se passam por advogados — inclusive usando nomes de bancas reais — para cobrar honorários, custas ou “liberação” de valores em processos que não existem. A confiança na advocacia é o vetor do golpe.
Atuamos na responsabilização da cadeia financeira que recebe os valores e na proteção de clientes e da reputação de profissionais cujos nomes são usados indevidamente.
Operações não reconhecidas, empréstimos contratados por terceiros, falhas de segurança e bloqueios indevidos. A relação entre cliente e instituição financeira é regida por um dever técnico de segurança que, descumprido, gera responsabilidade.
Estruturamos a demanda sobre a falha concreta — não sobre o discurso — e buscamos a reparação integral.
Perfis falsos que se passam por pessoas ou empresas, lojas clonadas e anúncios fraudulentos usam a marca alheia para enganar consumidores — e transferem o prejuízo de reputação para quem foi copiado.
Atuamos na remoção judicial, na identificação dos responsáveis e na proteção da marca e da reputação digital.
Conteúdo difamatório, exposição não autorizada e ataques coordenados causam dano real e imediato. O anonimato da rede não impede a responsabilização — apenas exige técnica para superá-lo.
Atuamos na remoção do conteúdo, na identificação dos autores e na reparação, com a urgência que esses casos exigem.
O convite chega como oportunidade: um trabalho remoto simples — avaliar produtos, curtir vídeos, “impulsionar” lojas de um marketplace conhecido — com ganhos diários. Em outras versões, é a falsa central de atendimento da própria plataforma que entra em contato sobre uma pendência ou uma “liberação”. O nome de uma marca legítima é o que abre a porta.
A vítima cumpre as primeiras tarefas, vê o saldo crescer e chega a sacar pequenos valores — o que constrói a confiança. A partir daí, é induzida a depositar para desbloquear missões maiores ou “resgatar” o acumulado, em valores que só aumentam. Por trás há contas de passagem, processadoras de pagamento e transferências via Pix por onde o dinheiro circula — uma estrutura que pode ser mapeada e responsabilizada.
Fraudes se reinventam o tempo todo. Se você sofreu um prejuízo relevante e não sabe em qual frente ele se encaixa, faça uma análise — a triagem é confidencial.