“O primeiro saque caiu.”
Por isso você confiou no segundo. Não é ingenuidade, é o desenho da operação. O saque inicial existe para te convencer.
Você não caiu num golpe. Você foi alvo de uma estrutura.
O golpista some. Mas o dinheiro passou por bancos, exchanges e plataformas de pagamento reais, que têm dever de segurança, regulador e patrimônio. É por esse caminho que a banca trabalha para recuperar o que foi levado.
Engenheiro, médico, empresário, gente do próprio mercado financeiro. É esse o perfil que chega aqui, provavelmente não é o que você está achando de si mesmo agora.
Por isso você confiou no segundo. Não é ingenuidade, é o desenho da operação. O saque inicial existe para te convencer.
Sabia mesmo. Essa informação saiu de algum lugar, e costuma ser o começo do fio, não uma coincidência.
Não existe taxa de liberação, imposto de saque nem multa de resgate. É a segunda camada do mesmo golpe.
Se a conta sustenta o seu trabalho, cada dia parado é prejuízo mensurável, e isso tem endereço jurídico.
Aqui existem duas vítimas: quem pagou e quem foi imitado. As duas têm o que dizer.
É o que mais ouvimos e o que mais atrasa caso. A vergonha é do golpista. O prazo é seu.
Leva a um perfil deletado, um chip descartado e uma conta laranja vazia. É onde a maioria dos casos morre.
Leva a instituições reais, que operam no Brasil, têm dever de segurança e de conhecer o cliente, e respondem a regulador. É onde o caso começa.
Assista como conduzimos cada tipo de caso e fale com quem já fez esse caminho centenas de vezes.
Exchanges falsas, USDT, mineração de liquidez, grupos de investimento. Reconstruímos o caminho do dinheiro até quem operou a liquidação.
Analisar meu caso →Engenharia social bancária e responsabilização da instituição. Onde havia dever de segurança, há quem responde pela falha.
Analisar meu caso →Falsos trabalhos remunerados e atendimentos clonados de marketplaces. Mapeamos as contas de passagem e a plataforma de pagamento.
Analisar meu caso →Fraudes afetivas com cadeia financeira sofisticada, frequentemente internacional. Tratamos como operação financeira, porque é.
Analisar meu caso →Contas, canais e ativos online de criadores, influenciadores e agências. Cada dia fora do ar é prejuízo mensurável, e recuperável.
Analisar meu caso →Reparação, remoção de conteúdo e identificação de autores anônimos. Perfis falsos e marcas clonadas incluídos.
Analisar meu caso →O tempo é elemento técnico, não retórica. Bloqueios e pedidos de devolução têm janela curta, e o que se faz nas primeiras horas define o que ainda dá para pedir depois.
Nem por vergonha, nem para “esquecer”. Ela é a principal prova do caminho do dinheiro.
Ele apaga perfis, move o dinheiro e some mais rápido quando percebe que foi descoberto.
Taxa, imposto, “liberação”, “recuperador” que pede adiantado: é a segunda camada do mesmo golpe.
Tudo online, em qualquer cidade do Brasil. Sem custo e sem cadastro antes de qualquer contrato.
Pelo WhatsApp, no seu tempo, com o que tiver em mãos. Conversa sigilosa, sem julgamento.
Seguimos o caminho do dinheiro e identificamos quais instituições tinham dever de barrar a operação.
Se há caso, apresentamos a estratégia e os próximos passos. Se não há, dizemos também, e essa resposta não custa nada.
Um é novo: exchange, blockchain, engenharia social, plataforma que existe hoje e some amanhã. O outro é antigo, e é onde o dinheiro sempre acaba: o sistema bancário. Banca que só entende de tecnologia perde o único elo da cadeia que tem patrimônio, endereço e regulador.

Direito digital, dados e recuperação de valores
Especialista em plataformas digitais e criptoativos. Professor no MBA do IEBS Business School (Barcelona) e Secretário da Comissão de Direito Digital da OAB/SP, Subsecção Butantã. Fonte frequente da imprensa nacional sobre golpes digitais.

Direito bancário e litígios financeiros
Mais de 40 anos em direito bancário e litígios financeiros complexos. Criador e anfitrião do podcast Falando de Fraudes e do quadro “Alerta de Fraudes” no programa Trocando em Miúdos.
Não somos um escritório grande. É escolha. Quem assina o caso é quem conduz o caso. E ninguém aqui vai perguntar como você caiu.
Falar direto com um sócio →Análise dos sócios sobre a escala das fraudes digitais.
Assistir → CNN BrasilO caso que chegou a todo o país.
Ler matéria → Record · Balanço GeralO falso investimento, contado em rede nacional.
Assistir → RedeTVComo a estrutura do golpe foi montada.
Assistir → Record · TH+Como funciona a ligação clonada.
Assistir → R7 · Jornal da RecordDr. Danilo Pardi.
Assistir → Jornal A Tarde · BADr. Afonso Morais.
Ler matéria → Trocando em MiúdosDr. Afonso Morais, toda semana.
Ouvir →Não. A triagem é sigilosa, feita por um dos sócios, e acontece antes de qualquer contrato. Se não houver caso, dizemos com clareza, e essa resposta também não custa nada.
Sim. Todo o atendimento é online e atuamos em todo o Brasil. Reuniões por vídeo, documentos por WhatsApp ou e-mail, assinatura digital.
Sim. Ninguém além da banca toma conhecimento do que você contar. Muitos clientes chegam sem ter contado nem para a família, e está tudo bem.
A negativa administrativa do banco não encerra a discussão. Ela é, muitas vezes, o começo da prova de que a instituição não cumpriu o próprio dever de segurança.
Vale. Quanto antes, mais caminhos existem, mas muitos casos são construídos meses depois do golpe. Só a análise do caso concreto responde.
Para esses casos criamos o Recupera Pix: você monta com a gente o pedido ao banco e a ação no Juizado Especial, com revisão de advogado da banca.
Comprovantes das transferências, as conversas com o golpista, o site ou perfil usado e o boletim de ocorrência, se já tiver feito. Não tem tudo? Traga o que tem. Organizar o resto é parte do nosso trabalho.
A triagem é sigilosa, feita por um dos sócios. Se houver caso, você sai da conversa sabendo o caminho. Se não houver, também dizemos, e essa resposta não custa nada.
Não tem tudo isso? Traga o que tem. Atendemos casos a partir de R$ 10 mil em prejuízo. Para valores menores, conheça o Recupera Pix.